Monday, April 11, 2011
Sunday, April 10, 2011
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são vinte e três anos nos músculos e algumas gerações em sinapses. as almas constituídas como a minha nascem velhas e vivem vencidas. hoje é assim; como Fernando Pessoa escreveu no século passado.
Saturday, April 09, 2011
Tuesday, April 05, 2011
Monday, April 04, 2011
algures
uma catástrofe pessoal. as vítimas são todas a mesma e os estragos situam-se na escala de merda.
Saturday, April 02, 2011
Friday, April 01, 2011
Thursday, March 24, 2011
Tuesday, March 22, 2011
Thursday, March 17, 2011
Monday, March 14, 2011
Saturday, March 12, 2011
Wednesday, March 09, 2011
Tuesday, March 08, 2011
epistemologia
é preciso um mínimo de inteligência para poder pôr a hipótese de renegar o ser inteligente por instantes. por outro lado, é preciso alguma dose de estupidez para o fazer de facto.
Monday, March 07, 2011
Saturday, March 05, 2011
Thursday, March 03, 2011
Wednesday, March 02, 2011
Tuesday, March 01, 2011
Thursday, February 24, 2011
« eu já nem sei se quero sossego,
esperança ou desastre »
estes últimos dias têm acontecido sem graça, com poucos desenhos, sintoma e causa em causa, silêncio, e maçãs. como as imagens e as palavras vão apanhar ar, deixo o Pedro Mexia calar-me, a mim, a este lugar, e estes dias.
Tuesday, February 22, 2011
Sunday, February 20, 2011
Wednesday, February 09, 2011
Sunday, February 06, 2011
Wednesday, February 02, 2011
favorite color
o fim de tarde a romper pela janela do autocarro, contra aquele semblante cansado e de pele morna, de olhos cintilantes e cabelo a incendiar. se o calor de inverno tem uma cor específica, não é outra senão especificamente esta. assim.
Tuesday, February 01, 2011
Monday, January 31, 2011
Monday, January 24, 2011
Sunday, January 23, 2011
Saturday, January 22, 2011
Friday, January 21, 2011
Thursday, January 20, 2011
Wednesday, January 19, 2011
extra terrestre. terceiro
eu não sei se ela era uma mulher bonita; eu não sei se ela era uma mulher sequer. não sei se era um anjo, ou um ser de outro mundo ou uma outra coisa. um homem não era de certeza. e deste mundo tinha apenas nuances. estava à minha frente um corpo teso, cheio, plácido, inócuo, perfeito. de roupas rasgadas, como se aquele corpo não estivesse habituado a estar coberto. senti a tensão do corpo a romper o vestido, um corpo que não é para se conter. a pele nua, branda, sob o casaco decotado de lã azul. e os olhos cristalinos. e os lábios carnudos. a expressão do desconhecido com feições perigosamente silvestres. a postura do estranjeiro e a essência de vagabundo. aqui estará a maior estranheza: uma presença sobrenatural tomada em carne mundana. a roupa que traz no corpo e o telemóvel na mão. apenas isso. uns trapos e um aparelho para comunicar. como se aquela figura já não dissesse tudo.
Monday, January 17, 2011
Saturday, January 15, 2011
Wednesday, January 12, 2011
Tuesday, January 11, 2011
Monday, January 10, 2011
Saturday, January 01, 2011
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