Thursday, September 13, 2012
Monday, September 10, 2012
Thursday, August 23, 2012
Wednesday, August 22, 2012
Wednesday, August 15, 2012
Sunday, August 12, 2012
Tuesday, July 31, 2012
Sunday, July 29, 2012
Thursday, July 19, 2012
Saturday, July 07, 2012
breath of air
são exactamente dezassete dias para poderem ver uma mão cheia de aguarelas minhas na galeria do ACMP.
de 10 a 27 de Julho, horário semanal de escritório, numa paralela à Av. de Berna; é entrar ver e seguir caminho para o dia-a-dia, mas com uma nova lufada de vivacidade e frescura. e não, não são gelados. são aguarelas em papel.
e a paralela chama-se: Av. Elias Garcia, 123, 1ºesq.
diz que é poesia visual gratuita.
Friday, July 06, 2012
Thursday, June 28, 2012
Tuesday, June 26, 2012
Thursday, May 31, 2012
call
Tenho o maior prazer em convidar-vos, e aos vossos amigos, para a exposição de desenho e pintura a ter lugar na Fábrica Braço de Prata, em Lisboa. A inauguração é dia 6 de junho, pelas 20.00h, e estará patente até dia 1 de Julho.
De quarta a sábado, das 18:00h às 02:00h, e domingos das 15:00h às 00:00h.
Friday, May 04, 2012
Wednesday, April 25, 2012
Monday, April 23, 2012
Monday, April 16, 2012
Sunday, April 15, 2012
Saturday, April 14, 2012
Monday, April 09, 2012
wall.paper.skin. II
numa terra de pedra não sei onde, era um cenário exaustivamente granitíco mas luminoso, um deserto cinzento, sólido, denso. mil formas de rochas, chão de calçada, altar embasado e ao centro um tanque pleno com gravilhas. há um cheiro, ou um som, ou um instinto de mar próximo. a amplitude do olhar varre o chão até à altura de um corpo. o plano é picado. nunca se vê efectivamente o céu mas há uma certeza que é também cinzento. denso. claro. quase, quase branco. ele é feito de desenho riscado mas está seguro, confiante, e feliz. no altar, no tanque, que é uma espécie de bancada quadrangular, ele vai dobrando jornais em formas específicas. sem propriamente uma razão fá-lo porque genuinamente lhe apetece. sentem-se presenças mas não está lá ninguém. mas de certeza que está só não se sabe. a rapariga aparece e a ganga na roupa soa familiar, sugere uma textura pétrea que a aproxima deste lugar, poderia muito bem fazer parte dele mas não se sente a falta da sua presença. o diálogo é doce, seguro. e embora não se sinta a falta da sua presença, o desejo da sua pertença funda aquele chão de uma forma atraente e gentil. e se ela se for embora há-de marcar um trilho específico com passadas amarelas. e ele repetirá essa memória todos os dias até morrer cobarde. porque reconhece-se feliz e confia na felicidade dela também. a erosão parece não matar mas também não nos torna mais fortes. amacia. apaga. destrói.
Monday, April 02, 2012
Friday, March 30, 2012
arte urbana
o caos da escala; a escala do lugar, o lugar das pessoas e essa relação; limites e confrontos. é também por isso que a street art existe: para responder com a escala que a cidade ganhou e os tempos exigem. as imagens são maiores que nós. os discursos triunfam sobre silêncios edificados. a pintura é parede com sintomas. manifestação e cura.
haverá remédio sem desenho. pergunto.
Thursday, March 29, 2012
Tuesday, March 20, 2012
Saturday, March 17, 2012
finale
obrigado por voltarem ao blog. obrigado àqueles que veêm e aqueles que comentam. poderia escrever mais, mas isto é o fundamental. obrigado. acrescento só que a preocupação do ensaio nunca foi uma estética. na verdade, foi quanto muito uma ética. a ética da resistência perante o mau, a injustiça e o infortúnio, a ética da insensibilidade a um meio nocivo e funesto. cinquenta por cento fanatismo cinquenta por cento emoção. "a doutrina é heróica e útil em mundo mau; mas nem é inteiramente verdadeira nem fundamentalmente sincera". desta forma, o ensaio é sobretudo útil. é desta maneira que reside a sua legitimidade, porque vem verdadeiramente servir ao Homem e não existe salpico de ócio na sua génese; antes heroísmo e utilidade. a crise está em nós. é só isto. foi.
Thursday, March 15, 2012
Wednesday, March 14, 2012
Wednesday, March 07, 2012
Monday, March 05, 2012
Tuesday, February 28, 2012
still life omen
«Quem nunca esteve em tempestades acha que a «calma» não pode ser bom diagnóstico, mas nós que sobrevivemos a naufrágios à Turner apreciamos agora naturezas mortas, cheias de romãs pacatas e copos meios vazios»
Pedro Mexia
Monday, February 27, 2012
ó dois
"O estoicismo, diversamente das filosofias puramente gregas, era estreitamente emocional e em certo sentido fanático" (...) "Quase todos os sucessores de Alexandre, todos os reis ulteriores a Zenão, se declararam estóicos" (...) "Sócrates foi o patrono dos estóicos através da sua história; a sua atitude no sofrimento, a recusa de fugir, a serenidade perante a morte, a sua afirmação de que o injusto é mais infeliz do que a vítima" (...) "Zenão negava o acaso e cria na rigidez das leis naturais. Originalmente só havia o fogo (...) cedo ou tarde haverá uma conflagração cósmica e tudo reverterá ao fogo." (...) "A virtude consiste em uma vontade acorde com a natureza". (...) "A virtude é o único bem da vida individual; saúde, riqueza, bens, nada conta. Como a virtude está na vontade, do homem depende o bom ou o mau da sua vida. Pode ser pobre, mas que importa? Pode ainda ser virtuoso. Um tirano pode prendê-lo, mas ele pode continuar a viver de harmonia com a natureza. Condenado à morte, pode morrer nobremente como Sócrates. Outros homens só podem ter poder sobre o exterior; a virtude, verdadeiro bem, é individual. O homem é livre, desde que se emancipe de desejos mundanos." (...) "Sobre a crueldade e injustiça, elas dão à vítima a melhor oportunidade de exercitar a virtude." (...) "Para o estóico a virtude é fim em si, e não alguma coisa que leva ao que é bom. E qual é a solução última? A destruição do mundo pelo fogo e a repetição do mesmo processo. Há mais devastadora futilidade?" (...) "O estóico não é virtuoso para proceder bem, mas procede bem para ser virtuoso. Não lhe ocorre amar o próximo como a si mesmo; amor, excepto em sentido superficial, está ausente da sua concepção de virtude." (...) "É desnecessário construir templos, nada de grande valor ou sagrado pode ser obra de construtores e mecânicos." (...) "Devem-se aos estóicos o silogismo hipotético e disjuntivo, assim como a palavra disjunção e o estudo da gramática." (...) "Mostrai-me um homem modelado pelos juízos que profere, como uma estátua de Fídias é modelada pela arte de Fídias. Mostrai-me um homem, doente e ainda feliz, em perigo e ainda feliz, moribundo e ainda feliz, exilado e feliz, em desgraça e feliz. Mostrai-mo. Pelos deuses, gostaria de ver um estóico. Não podeis mostrar-me um estóico completo; mostrai-me então um que já venha a caminho. Pensais que ides mostrar-me o Zeus ou a Ateneia de Fídias, essa obra de ouro e marfim? Eu desejo uma alma; mostrai-me a alma de um homem que deseje unir-se com deus e não se queixar de deus ou do homem; não errar, não sentir o infortúnio, ser isento de cólera, inveja e despeito, homem que deseje mudar a sua humanidade em divindade, e que no seu pobre corpo encerre o propósito de união com Deus. Mostrai-mo. Não podeis." (...) "Não podemos ser felizes mas podemos ser bons; admitamos que enquanto formos bons pouco importa sermos felizes. A doutrina é heróica e útil em mundo mau; mas nem é inteiramente verdadeira nem fundamentalmente sincera."
[Zenão, Séneca, Epicteto, Marco Aurélio, Crísipo, Possidónio, Cícero, Gilbert Murray, Bertrand Russell]
[Zenão, Séneca, Epicteto, Marco Aurélio, Crísipo, Possidónio, Cícero, Gilbert Murray, Bertrand Russell]
Friday, February 24, 2012
Thursday, February 02, 2012
Wednesday, February 01, 2012
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